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19 de abr de 2010

Nota 10

A competência exigida de um profissional é proporcional à responsabilidade da tarefa que ele exerce. Acredito, que na maior tarefa já confiada à sua pessoa, Antônio Denival de Moraes, o árbitro do clássico decisivo, Coritiba 2 x 0 Atlético, ontem , no Couto Pereira, foi competentíssimo. Mostrou essa qualidade de acordo com a necessidade de cada jogada, explicitou habilidade, sutileza, serenidade, malandragem no bom sentido, espírito leve e solto. Foi perfeito no posicionamento com a bola em jogo, não permitiu confrontos individuais, nos tiros de saída, de meta, tiros livres posição (1, 2, 3 e 4), nos tiros de canto posição (1 e 2), o que lhe permitiu ter as jogadas e os árbitros assistentes dentro do seu campo visual. Realizou a diagonal com muita qualidade, o que lhe proporcionou observar os lances de impedimento, bola em jogo ou fora de jogo, oportunidades de gol, disputas de bola de diferentes ângulos com uma visão múltipla e periférica. Praticou a arbitragem preventiva, aplicou a lei da vantagem de forma a beneficiar sempre a equipe que sofreu a falta. Além da ótima arbitragem num jogo de dificuldade média, Antônio Denival de Moraes, na minha opinião, é o árbitro do ano. Roberto Braatz e José Hamilton Pontarolo foram perfeitos no posicionamento e trabalho em equipe.

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